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domingo, 21 de outubro de 2012

TIU Testing Dojo

Participei do primeiro TIU Testing Dojo que ocorreu no dia 20/10/2012, organizado pela equipe de testes e qualidade da Useall Software.

O encontro contou com participação de analistas, testers e também programadores, todos buscando ampliar conhecimento e prática para testes de software.

Os trabalhos iniciaram com uma apresentação sobre o que é Testing Dojo, os tipos de desafio e a dinâmica do dojo. Neste momento ficou clara a semelhança com nosso coding-dojo. Também tivemos a oportunidade de avaliar uma nova ferramenta de gestão e automação de testes.

Mas o foco era treinar testes e compartilhar conhecimentos. Escolhemos como desafio, avaliar um novo sistema desenvolvido pela empresa. Buscamos avaliar os quesitos funcionalidade e usabilidade. Piloto e co-piloto se revezavam definindo casos de teste e executando testes manuais e exploratórios, aprendendo o novo sistema, validando as funcionalidades e gerando ideias e melhorias para a usabilidade de cada recurso.

Pessoal concentrado. Tinha até co-co-piloto.

Depois, fizemos um processo inverso. Após levantar os casos de testes, compará-los com os testes unitários. Isso foi muito interessante, pois testadores e programadores puderam comparar visão diferentes de testes.

A sessão durou mais de 2 horas, onde todos os participantes se revezaram entre piloto, co-piloto e observadores. Por fim fizemos a retrospectiva, organizando as anotações e avaliando o evento.

Novo jeito de testar? De pé, mãos para trás, mão no bolso!!!

Carinhas felizes na retrospectiva

  • Realização do 1º TIU Testing Dojo
  • Participação de programadores e testadores
  • Desafio de avaliar dois quesitos (funcionalidade e usabilidade)
  • Compartilhamento de conhecimento entre a equipe
  • Uso da ferramenta de testes
  • Quitutes

Carinhas tristes

  • Teste em protótipo não foi tão produtivo
  • Sistema desconhecido e com fluxo complexo
  • Tempo de 5 minutos é pouco para rodízio
  • Primeira sala estava trancada
  • Sala reserva era apertada e algumas pessoas ficaram de pé
Os organizadores e participantes do evento estão de parabéns! Todos podemos contribuir e aprender sobre testes de software, uma das tarefas de grande importância no desenvolvimento de software de qualidade.

Slides usados na abertura do evento


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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Treinamento Excelência em Serviços


A Useall Software me proporcionou, a participação de um ótimo treinamento de atendimento a clientes, focado em excelência na prestação de serviços. O treinamento foi realizado "in-company" com profissionais da Alinhar Consultoria e Educação Corporativa.

Valorizo muito este tipo de conhecimento e especialização, pois é um jogo de ganha-ganha. 
A empresa ganha com profissionais treinados e preparados para atender bem o cliente. 
O cliente ganha recebendo serviços de qualidade e excelência.
O profissional ganha capacitação e crescimento na carreira, que pode levar para vida toda.

Relembramos e atualizamos alguns conceitos básicos de qualidade

Qualidade = encantar o cliente

Excelência em serviços: Fazer muito além do básico! Fazer o que o cliente espera, atender os seus desejos buscando sempre superar suas expectativas.

Para isso é necessário:
. Confiança;
. Resposta rápida;
. Competência;
. Fácil acesso;
. Cortesia;
. Empatia;
. Credibilidade.

Outros atributos de um serviço de qualidade

O que o cliente espera de quem o atende

Aprendemos muitos conceitos e formas de atendimento:
. Como tratar de processos e padronização;
. O profissional precisa saber do TODO;
. Premissas básicas de atendimento;
. Ciclo de serviços;
. Psicologia de atendimento;
. Dicas de bom atendimento;
. Eficácia da Comunicação;
. Dentre outros.

E também o que "não fazer":
. Os sete pecados capitais do serviço;
. As cinco frases proibidas;
. O que é indesejável;
. O que pode irritar o cliente;

Equipe participativa na apresentação da definição de qualidade

Deixo aqui um agradecimento especial a Useall Software pela valorização e confiança em todos os seus funcionários. Obrigado!

Somos os "super heróis" da qualidade!
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ANÁLISE ARTIGO “MIOPIA EM MARKETING” DE THEODORE LEVITT

1. De que trata o artigo?

O artigo mostra o quanto empresas têm uma visão distorcida ou curta do mercado em que atuam. Pensando somente no produto e esquecendo os clientes e os mercados. Esta miopia consiste na atitude de concentração nos produtos da empresa, sem atender aos mercados, aos clientes e à concorrência, impedindo a definição adequada das possibilidades de mercado.

O artigo mostra ainda exemplos de empresas que atuavam em mercados prósperos, mas que foram praticamente descontinuados devidos a erros de administração e erros na visão de futuro do próprio negócio.


2. Qual o foco do autor?

            O autor destaca vários exemplos de miopia em marketing, e destaca idéias muito pertinentes, principalmente para a época em que foi escrito. Muitas dessas idéias são válidas até os dias de hoje. As afirmações são fortes e atingem diretamente a camada gerencial preocupada com o planejamento e futuro das organizações onde trabalham.

Perigos causados pela falta de visão administrativa em relação as reais necessidades do mercado. Limites impostos pela visão curta das empresas em relação ao cliente. As empresas estavam mais preocupadas com o produto do que com o cliente.

O autor quis passar a idéia de que a eficiência da produção não é garantia para a empresa no longo prazo, pois as necessidades dos consumidores também mudam e a empresa precisa estar atenta para se antecipar a essas mudanças e sair na frente dos concorrentes. Para isso o contato com o cliente é imprescindível para coletar informações importantes para atender as necessidades dele.

A estagnação das ferrovias é um exemplo muito importante citado pelo autor, pois mostra como a visão somente no produto e não no cliente, afeta diretamente a continuidade próspera de uma organização. Neste caso era um mercado consolidado, mas que não prosperou e não acompanhou as novas necessidades dos clientes, perdendo espaço para novos meios de transporte como as auto-estradas, caminhões e aviões por exemplos.

Trata de marketing sendo a relação entre clientes e suas necessidades.

A autor insere uma idéia bem perturbara que pode ser definida como a destruição criativa, onde empresas buscam um novo negócio que possa substituir o negócio atual e que crie ou satisfaça a necessidade dos seus clientes. Com isso a empresa pode ter mais segurança em relação a seu trabalho e sair na frente da concorrência neste novo negócio.


3. Qual a relação entre o artigo e disciplina de gestão avançada de marketing?

Todas as idéias passadas pelo artigo são muito importantes e devem ser consideradas na análise do posicionamento organizacional. Por isso, a empresa precisa definir criteriosamente qual é o seu negócio.

A empresa deve ter atenção voltada para o cliente e para as necessidades dos clientes. Deve estar sempre próximo ao cliente, buscando e gerando informações úteis para atender as necessidades desses clientes. A empresa precisa adaptar-se as exigências do mercado.

A empresa deve estar atenta também aos não clientes, pois isso pode demonstrar alguma limitação desta empresa e definir o sucesso na conquista desses clientes.

É necessário ter muita imaginação para inovar em marketing. A inovação é muito importante em marketing.

As decisões deve ser baseadas em fatos, não apenas em opiniões. Os fatos a maioria das vezes estão relacionados diretamente com o cliente e suas necessidades.

As empresas devem prestar atenção ao que seus concorrentes estão fazendo e quais os rumos que o mercado está tomando. A empresa deve enxergar e definir melhor quem são seus concorrentes. Do mesmo modo, a empresa deve revisar sempre seu próprio posicionamento, para que não siga na contra-mão dos clientes e do mercado.

Por fim, todo este trabalho deve ser constante e fazer parte da cultura da organização. Não basta fazer algumas ações específicas num período específico, esta luta deve fazer parte da história da empresa.

Texto escrito em outubro de 2007 como atividade na pós graduação no ICPG.

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domingo, 10 de julho de 2011

Teste de software vai muito além do passou/falhou


Qualidade é um processo contínuo e de responsabilidade de todo o time de desenvolvimento de software. Para atestar qualidade, além de um bom processo de desenvolvimento, é necessário testar. Testar não é a última coisa a fazer num projeto de software. Deveria ser a primeira e, continuar por todo o projeto. Os testes devem atestar a qualidade dos sistemas construídos ou modificados pelo desenvolvimento.

Mas não basta ter responsabilidade com a qualidade, é necessário colaboração, confiança e transparência entre testadores e desenvolvedores. Todo o time deve entender e compartilhar do que está sendo construído. Desta forma poderão criar o produto certo, ou pelo menos de maneira certa.

O teste do software é a investigação do software a fim de fornecer informações sobre sua qualidade em relação ao contexto em que ele deve operar. Isso inclui o processo de utilizar o produto para encontrar seus defeitos.

Independentemente da metodologia de trabalho empregada no desenvolvimento de um software, para que se obtenha um produto final com um certo nível de qualidade, é imprescindível a melhoria dos processos de engenharia de software. Um desenvolvimento de software organizado tem como premissa uma metodologia de trabalho. Esta deve ter como base conceitos que visem a construção de um produto de software de forma eficaz. (Wikipédia)

Para atestar qualidade, você precisa ter especificações, algo que você pode avaliar. Você especifica o sistema para depois testar? Ou testa para gerar especificações de seu sistema? Uma sugestão é focar em “test driven” e não em “defect driven”. Se você esperar o sistema ficar pronto para testar, certamente encontrará erros.

É muito comum falar que teste de software demora e é perda de tempo, pois os programadores deveriam entregar o produto “pronto” e sem erros. Mas você pode utilizar ferramentas para ajudar na automação de testes. Num ambiente ágil você deve aplicar os princípios ágeis para automatizar testes. O teste deve fazer parte do “done” “pronto”.  Mas lembre-se, ferramentas de automação não são a solução para todos os seus problemas de qualidade de software. Teste automatizado não é moleza. Não é só gravar um script e depois executar. Testes simples e repetitivos podem ser automatizados. Invista tempo em testes manuais mais complexos. A maioria dos defeitos ainda é encontrada por testes manuais de sistema e aceitação.

É importante eliminar desperdícios nos testes.
. Testar rápido: usar processos ágeis;
. Testar melhor: maior cobertura, múltiplas visões do teste, foco na qualidade;
. Testar mais barato: redução de retrabalho, menor ciclo de testes, não duplicar testes;
. Não adianta “tentar testar o máximo” tem que ter metodologia e estratégia de teste;
. Testes de sistema e de aceite podem aumentar a produtividade dos desenvolvedores e a qualidade dos seus produtos se software.

Software muda constantemente e, quando uma nova funcionalidade é adicionada a um sistema que já estava testado e funcionava bem, sempre existe a possibilidade desta funcionalidade afetar outras. Uma boa maneira de assegurar que tanto esta funcionalidade, como todo o resto do sistema esteja funcionando corretamente, é fazer a integração contínua, ou seja, faça o “checkin” de seus códigos e “build” de seus sistemas constantemente.

Testar software é uma arte, que a maioria dos analistas e desenvolvedores não fazem com grande apreço. Desenvolvedor gosta de testar para “fazer funcionar” e não para garantir qualidade. Neste cenário, pensar em criar uma equipe de teste para formar um time com esses desenvolvedores pode ser considerado um grande avanço.

É importante definir algumas diretrizes e responsabilidades para a área de testes, como por exemplos:
. Vamos testar todos os softwares?
. Quanto tempo vamos investir nos testes? Este tempo é investimento mesmo ou é visto como custo para a empresa?
. Qual o nível de abrangência? Vamos testar tudo? O que é essencial?
. Qual o foco do teste? Vamos focar mais em teste de regras de negócio ou testes técnicos do sistema?
. Quais as características de qualidade serão avaliadas e, qual a peso de cada uma dentro desta avaliação?
. Como o time será avaliado?

As respostas para essas perguntas poderão ser assunto para outro post.

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sábado, 2 de julho de 2011

Usabilidade de software

Usabilidade é um dos muitos atributos que podem ser percebidos e avaliados pelos usuários de um sistema computacional. É um indicador que mostra se o sistema é intuitivo, fácil de utilizar e fácil de aprender a utilizar o software.  Essa característica influencia diretamente no interesse e aceitação do usuário que, pode simplesmente não gostar de software e, muitas vezes não sabe nem explicar o porquê.
O desenvolvimento de software deve colocar a usabilidade como um dos atributos chaves, durante a concepção e criação dos sistemas. A usabilidade deve ser pensada durante todo o processo de desenvolvimento, visando atender todas as características de qualidade.

Conforme o modelo de qualidade da Norma ISO 9126 (http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_9126), a característica da usabilidade é a capacidade do produto de software ser compreendido, seu funcionamento aprendido, ser operado e ser atraente ao usuário e pode ser avaliada e subdivida nas seguintes sub-características:
Inteligibilidade que representa a facilidade com que o usuário pode compreender as suas funcionalidades e avaliar se o mesmo pode ser usado para satisfazer as suas necessidades específicas;
Apreensibilidade identifica a facilidade de aprendizado do sistema para os seus potenciais usuários;
Operacionalidade é como o produto facilita a sua operação por parte do usuário, incluindo a maneira como ele tolera erros de operação;
Atratividade envolve características que possam atrair um potencial usuário para o sistema, o que pode incluir desde a adequação das informações prestadas para o usuário até os requintes visuais utilizados na sua interface gráfica.

A utilização de sistemas de software pode feita por qualquer pessoa, independente do nível de instrução. Os usuários preferem um sistema de seja fácil de utilizar, onde ele não perca tempo, por exemplo, procurando opções ou menus, que na visão do usuário deveriam estar ali, ao alcance do mouse ou tecla de atalho. O usuário não pode perder tempo durante a execução de suas atividades no software.
A característica da usabilidade deve fazer cada vez mais parte do vocabulário e do ambiente de desenvolvimento, principalmente agora com a explosão da utilização de dispositivos móveis, que, com sua limitação de tamanho, requisitam ainda mais usabilidade nos sistemas utilizados pelos usuários.
Durante a implantação de um sistema com alto grau de usabilidade, podemos notar boa avaliação dos usuários que realizam suas tarefas com mais eficiência, diminuição da necessidade de apoio aos usuários e facilidade na utilização e aprendizados dos recursos do novo sistema.

Avaliar a usabilidade de um sistema pode não ser tão simples quanto parece. Devemos avaliar todas as características e utilizar métricas e critérios de avaliação. Exemplos de informações que podemos coletar para ajudar na avaliação:
. Número de vezes que o usuário expressa satisfação ou frustação.
. Tempo que o usuário demora a realizar uma tarefa.
. Percentual de tarefas concluídas.
. Percentual de sucessos ou falhas na execução.
. Tempo perdido com erros ou tentativa de execução com erros.
. Percentual de erros encontrados.
. Número de opções utilizadas para executar uma tarefa.
. Número de opções disponíveis e não utilizadas.

Podemos notar que todos os critérios de avaliação da usabilidade da interface de um software compreendem vários fatores, principalmente facilidade de uso e satisfação do usuário na utilização do sistema para realizar suas tarefas.
Para os desenvolvedores de sistemas fica o desafio de perceber essas necessidades dos usuários, aplicarem os conceitos de usabilidade e qualidade de software e disponibilizar software cada vez melhores e mais usuais.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

João Doria Jr. em Criciúma

Participei da palestra de João Doria Jr. É uma pessoa sensacional, muito inteligente, fala muito bem e com uma experiência de vida, que motiva a todos para seguir no trabalho e busca do sucesso. 

Vou reproduzir os 10 tópicos principais destacados por ele, que os profissionais empreendedores deveriam seguir para alcançar o sucesso. Por que não dizer, os 10 mandamentos do sucesso!

1. Manter o equilíbrio

2. Acreditar no seu projeto

3. Disciplina

4. Ter Foco

5. Trabalhar em equipe

6. Ensinar pelo exemplo

7. Negociar soluções

8. Ser perseverante

9. Estar sintonizado

10. Amar o que faz e ser humildade

Esses itens realmente devem ser considerados, lembrados e praticados, no ambiente profissional e na convivência pessoal e familiar.

Vale a pena!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Gerenciamento de equipes

Agora certificado em Gerenciamento de Equipes.

Participei de mais um curso on-line na Estácio. Muito interessante para a atualização de conhecimentos sobre gerenciamento de equipes. Dentre os assuntos mais interessantes posso destacar:
  • A compreensão do funcionamento de equipes de trabalho;
  • Importância de adaptar seu estilo de liderança (dirigir, treinar, apoiar, delegar);
  • Eficácia na comunicação;
  • Dar e receber feedback;
  • Administrar conflitos;
  • Valorizar a equipe;
  • Entre outros.
É um curso rápido mas com conteúdo muito valioso para qualquer pessoa que gosta de trabalhar em equipe.

domingo, 2 de maio de 2010

O Sabor da Qualidade

Estava relendo o livro “O sabor da qualidade”, lançado em 2006 e, resolvi transcrever algumas “lições” que podemos aprender. Este livro é muito bom de ler, o entendimento de seu conteúdo é fácil, e o tema muito atual considerando a importância da qualidade em tudo que fazemos, tanto na vida pessoal e familiar, como nas empresas.

Destaquei alguns tópicos e frases que devemos sempre lembrar no nosso dia a dia, na busca pela qualidade em excelência nas empresas.


  • A qualidade deve ser a mola mestra da marca, para isso você precisa ter a sua marca;
  • Você deve descobrir o que o cliente quer e, ele não vai lhe ajudar muito a descobrir;
  • Preste atenção nos clientes externos, mas principalmente nos clientes internos;
  • A qualidade deve estar no nosso dia a dia, sempre;
  • Excelência começa em ajudar os outros todo dia;
  • Excelência é paixão por ajudar os outros;
  • Converse com as pessoas mais próximas, zele pelas pessoas, conheça e chame-as pelo nome;
  • Como podemos ajudar as pessoas que fazem tanto por nós?
  • Transforme o que você faz por obrigação em algo que ame fazer; Exemplo do carteiro, lixeiro, faxineiro;
  • Trate bem seus funcionários. Dê oportunidade para eles entrevistarem e selecionarem novos colaboradores;
  • Receba informações e sugestões e dê feedback;
  • Para obter grandes ideias, basta consultar seu pessoal;
  • Pratique o “poder do saber ouvir”;
  • Recompense a criatividade;
  • Concentre-se naquilo que você faz, aplique o segredo do CEO:
            C – Considerar (o que os clientes dizem)
            E – Enriquecer (seus produtos e serviços)
            O – Otimizar (a experiência do cliente)
  • Escute o que os clientes estão dizendo;
  • A qualidade é definida pelo cliente; Encante seu cliente; Destaque-se entre os concorrentes;
  • Aprimoramento constante;
  • Aplique um pouco de poder de persuasão para unir a equipe;
  • Não basta dar o melhor de si, você precisa se esforçar para alcançar a perfeição;
  • Faça certo na primeira vez;
  • O verdadeiro indicador de qualidade não é como você se sai quando está no seu melhor dia, mas sim no pior;
  • Todos são responsáveis pela qualidade;
  • Qualidade é constância.

Dados do livro:
Título: O sabor da qualidade
Autor: Subir Chowdhury
Editora: Sextante
Assunto: Administração e Negócios
ISBN: 8575422456

Se você é um profissional, empresário ou colaborador, sugiro investir algumas horas nesta leitura, pois ela poderá auxiliar em diversos pontos de nossas vidas.