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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Treinamento Excelência em Serviços


A Useall Software me proporcionou, a participação de um ótimo treinamento de atendimento a clientes, focado em excelência na prestação de serviços. O treinamento foi realizado "in-company" com profissionais da Alinhar Consultoria e Educação Corporativa.

Valorizo muito este tipo de conhecimento e especialização, pois é um jogo de ganha-ganha. 
A empresa ganha com profissionais treinados e preparados para atender bem o cliente. 
O cliente ganha recebendo serviços de qualidade e excelência.
O profissional ganha capacitação e crescimento na carreira, que pode levar para vida toda.

Relembramos e atualizamos alguns conceitos básicos de qualidade

Qualidade = encantar o cliente

Excelência em serviços: Fazer muito além do básico! Fazer o que o cliente espera, atender os seus desejos buscando sempre superar suas expectativas.

Para isso é necessário:
. Confiança;
. Resposta rápida;
. Competência;
. Fácil acesso;
. Cortesia;
. Empatia;
. Credibilidade.

Outros atributos de um serviço de qualidade

O que o cliente espera de quem o atende

Aprendemos muitos conceitos e formas de atendimento:
. Como tratar de processos e padronização;
. O profissional precisa saber do TODO;
. Premissas básicas de atendimento;
. Ciclo de serviços;
. Psicologia de atendimento;
. Dicas de bom atendimento;
. Eficácia da Comunicação;
. Dentre outros.

E também o que "não fazer":
. Os sete pecados capitais do serviço;
. As cinco frases proibidas;
. O que é indesejável;
. O que pode irritar o cliente;

Equipe participativa na apresentação da definição de qualidade

Deixo aqui um agradecimento especial a Useall Software pela valorização e confiança em todos os seus funcionários. Obrigado!

Somos os "super heróis" da qualidade!
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sábado, 23 de junho de 2012

Coding Dojo - TIUDojo

Um Coding Dojo é um encontro onde um grupo de programadores se reúne para trabalhar em conjunto em um desafio de programação. Eles estão lá para se divertir e, através de uma metodologia pragmática, melhorar suas habilidades de programação e de trabalho em grupo.

Gosto muito de participar desses encontros. Na empresa onde trabalho, várias pessoas participam, inclusive quem não trabalha com programação, mas que gosta muito e tem interesse em novos conhecimentos.

O dia de hoje foi especial, várias pessoas novas participaram do "TIUDojo", nome especial que foi dado ao nosso grupo. Na ocasião, falei brevemente sobre coding dojo e TDD. Meu amigo Everson fez uma "lightning talk" sobre desenvolvimento mobile.

Procuramos aplicar todas as regras de coding dojo. O processo é divertido e gera muito conhecimento.

O desafio escolhido do dia foi programar funções do jogo "campo minado".

Piloto e co-piloto

TDD - testes com sinal verde (no momento da foto, quase todos)

Passos de bebê (meu filhote prestigiando)

Equipe interessada, participativa e que gosta de programação


Cafézinho, refri, salgadinho

Deixo um agradecimento especial a todos que participaram do melhor coding dojo da região!!

E aí, você gostou do TIUDojo?
Qual será o próximo desafio?

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terça-feira, 10 de abril de 2012

Valeu a pena, Venceslau!

Acabei de ler o livro da Sônia Jordão, E agora Venceslau?
Gostei bastante e, penso que tem muita coisa para aprender com este material. Transcrevo um pequeno trecho com destaque de que vale a pena melhorar o comportamento com as pessoas.

 “O problema está dentro de mim, na minha forma de agir. E, ninguém será capaz de me mudar a não ser eu mesmo. Acredito que a vitória mais bela que obterei será vencer a mim mesmo, libertando-me de um hábito ruim. Sei que aquele que conquista a si mesmo pode se tornar invencível. E como é preciso subir degrau por degrau para chegar ao alto da escada, também cuidarei de um dia de cada vez.

A solução dos meus problemas começou no momento em que tomei consciência deles. Na hora do desespero tentarei contar até três, até mil se for necessário. Vou respirar fundo e manter o foco no que for mais importante.

Como a raiva é um ladrão que pode roubar bons momentos, farei o possível para não me irritar. Meu crescimento requer a substituição de velhos hábitos por novos e é o que farei. Retornarei sempre que necessário, não me importando quão longe eu tiver andado no caminho errado. Se eu encarar cada momento ruim que passar daqui para frente como um aprendizado, ele valerá a pena. Aprenderei com cada falha que cometer e, ainda, tentarei descobrir o modo de fazer a coisa certa. Como posso não ter tempo de passar a limpo, é melhor que não faça da minha vida um rascunho. Chega de perder tempo lamentando erros passados!

Sei também que tem coisas que nunca voltam atrás e, por isso, preciso ter mais cuidado com o que digo, porque uma palavra pronunciada é como o tempo perdido: não tem volta. E, como os únicos demônios deste mundo são aqueles que estão em nossos próprios corações e mentes, é aí que travarei todas as minhas batalhas, para evitar que me irrite com coisas sem importância.

Como sou obrigado a colher o que plantar, vou escolher bem o que vou semear. Por isso, farei com que a minha conduta seja irrepreensível, isso também servirá como exemplo para meus filhos e meus liderados. Lembrar-me-ei do que disse Chico Xavier: ‘Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar agora e fazer um novo fim’. Assim, conquistarei a mim mesmo melhorando meu comportamento, dia após dia.”.

Trecho do livro E agora Venceslau? de Sônia Jordão. Vale a pena a leitura.

domingo, 9 de outubro de 2011

Participação no Teched Brasil 2011


Nos dias 29 e 30 de setembro participamos do Teched Brasil 2011. O objetivo do evento é promover o encontro de desenvolvedores de software e profissionais de tecnologia da informação, que utilizam suas ferramentas para administrar sistemas. Foi um grande evento onde a Microsoft reuniu mais de dois mil participantes, desenvolvedores, DBAs, analistas, gerentes, CIOs, todos focados em tecnologia.
 As palestras eram ministradas em várias salas simultaneamente, organizadas por trilhas. Exemplo de trilhas: Plataforma de Aplicação e infraestrutura , Windows Phone, Cloud Computing e Online Services, Office e Sharepoint, Windows, Servidores e, evidentemente, Ferramentas de desenvolvimento, linguagens e frameworks, claro que tudo isso focado no ambiente Microsoft.

Detalhes de algumas trilhas 

DEV - Ferramentas de Desenvolvimento, Linguagens e Frameworks
Seu conhecimento de linguagens de desenvolvimento e proficiência com as ferramentas que você usa para criar software são o núcleo do seu conjunto de habilidades. A trilha Developer Tools, Languages & Frameworks é baseada em formação técnica profunda que abrange o melhor da Microsoft ® Visual Studio ®, SDK Kinect, WebMatrix  e o Microsoft ® .NET Framework. Obtenha informações detalhadas sobre a criação de software de missão crítica utilizando nativos e gerenciando Visual C++ ®, Visual Basic ®, F # e Visual c# ®. Aumente o impacto de desenvolvimento de aplicativos com Application Lifecycle Management (ALM) utilizando as melhores práticas do Visual Studio, Visual Studio Test Elements e Team Foundation Server. Desenvolva as habilidades que você precisa para gerar impacto imediato na sua organização durante a preparação para a adoção da versão mais recente do Visual Studio.
WEB - Desenvolvimento e Design Web
A trilha de Plataforma Web traz para você as últimas informações sobre tecnologias de ponta da Web e fornece as mais recentes experiências no desenvolvimento para o usuário, a partir da área de trabalho do Windows ® para dispositivos móveis-interbrowser e multi-plataforma na Web. Receba as informações mais recentes sobre o Windows Presentation Foundation, XAML, HTML 5, CSS 3, Microsoft ® Expression ® Studio e Microsoft ® Silverlight ™, bem como toda a cobertura aprofundada do Internet Information Services (IIS), Microsoft ® ASP .NET, AJAX, Windows Internet Explorer ® e Windows Live ™ Platform. Se você está interessado em elevar seu desenvolvimento em ASP .Net para um nível mais alto, ou descobrir como você pode usar suas habilidades de desenvolvimento .Net para criar experiências ricas, a trilha Web Platform é para você.
WPH - Windows Phone
O Windows Phone ® 7 é um tipo diferente de telefone projetado para reunir o que os usuários mais gostam. Ele foi projetado para acomodar suas necessidades de mobilidade e tecnologias web 2.0. Ele também pode conectar em sua infraestrutura existente do Windows e aproveitar a rica funcionalidade disponível em produtos como o Microsoft ® Exchange Server e Microsoft ® SharePoint ® Server. Existe uma grande quantidade de profissionais de TI e usuários que vão apreciar. Usuários estão procurando para experiências ricas em Windows Phone, e gostariam de personalizá-la com aplicativos. A trilha de Windows Phone irá proporcionar o conhecimento para desenvolver aplicações atraentes.
OSP - Office e SharePoint
A trilha Office e SharePoint fornece aos profissionais de TI e desenvolvedores uma visão geral de todos os novos investimentos nos produtos em 2010 e aprofundamentos em áreas específicas, incluindo Microsoft ® Project Server 2010, SharePoint Online, Microsoft ® SharePoint ® Server 2010 e Microsoft ® Office 2010. Aprenda com especialistas do setor sobre as práticas recomendadas para planejar, projetar, implantar e implementar soluções de classe mundial construídas sobre a tecnologia das plataformas Office e SharePoint. Profissionais de TI aprenderão mais sobre o SharePoint Server e aplicativos para clientes do Office, com sessões que cobrem a segurança, implantação, gestão, administração de personalização. Desenvolvedores aprenderão sobre como aproveitar sua experiência com Microsoft ® ASP .NET para o ecossistema SharePoint, como construir novas tecnologias baseadas em SharePoint e Office.
DBP - Plataforma de Base de Dados
A plataforma de dados do Microsoft ® SQL Server ® ajuda sua organização a gerenciar quaisquer dados, em qualquer lugar, a qualquer momento com a segurança, confiabilidade e escalabilidade que as suas aplicações de missão crítica exigem. O banco de dados oferece o conhecimento necessário para maximizar seus investimentos em Microsoft SQL Server e obter as habilidades necessárias para executar perfeitamente um ambiente de missão crítica. Conheça ideias para investimentos futuros em SQL Server, a tecnologia cujas apostas feitas hoje vão continuar a pagar no futuro.
COS - Cloud Computing e Online Services
Computação em Nuvem é o próximo passo lógico na evolução da computação. Ele representa uma mudança na indústria de software que não é exclusivamente o PC, nem centrada no navegador e mistura arquitetura cliente-servidor tradicional com a entrega de software baseado em nuvem. A trilha sobre Computação em Nuvem & Serviços Online fornece informações sobre tecnologia Microsoft e a inovação em software + serviços. Saiba mais sobre os serviços de software corporativo para serviços online da Microsoft, como o Office 365, Microsoft ® Exchange Online, Microsoft ® SharePoint ® Online, Microsoft ® Office Communications Online e Microsoft Dynamics ® CRM online. Essa trilha também fornece informações sobre o Azure Services Platform ™, onde desenvolvedores podem tirar proveito de uma plataforma de serviços de internet em nuvem hospedado em data centers da Microsoft para criar novos aplicativos em nuvem ou estender os aplicativos já existentes.

O evento foi sensacional, pudemos conversar com vários especialistas nas ferramentas Microsoft e tirar dúvidas sobre ambientes de desenvolvimento. Alguns destaques apresentados para desenvolvedores foram o Visual Studio (vNext), Silverlight 5, Windows Phone 7.5 Mango, ASP.NET MVC 4, HTML 5, Team Foundation Server entre outros.

Agora é colocar as idéias em ordem, atualizar os contatos, compartilhar o conhecimento e aproveitar todas as novidades para crescimento profissional. Agradecimento em especial a Useall Software que incentivou e apoiou nossa participação!

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ANÁLISE ARTIGO “MIOPIA EM MARKETING” DE THEODORE LEVITT

1. De que trata o artigo?

O artigo mostra o quanto empresas têm uma visão distorcida ou curta do mercado em que atuam. Pensando somente no produto e esquecendo os clientes e os mercados. Esta miopia consiste na atitude de concentração nos produtos da empresa, sem atender aos mercados, aos clientes e à concorrência, impedindo a definição adequada das possibilidades de mercado.

O artigo mostra ainda exemplos de empresas que atuavam em mercados prósperos, mas que foram praticamente descontinuados devidos a erros de administração e erros na visão de futuro do próprio negócio.


2. Qual o foco do autor?

            O autor destaca vários exemplos de miopia em marketing, e destaca idéias muito pertinentes, principalmente para a época em que foi escrito. Muitas dessas idéias são válidas até os dias de hoje. As afirmações são fortes e atingem diretamente a camada gerencial preocupada com o planejamento e futuro das organizações onde trabalham.

Perigos causados pela falta de visão administrativa em relação as reais necessidades do mercado. Limites impostos pela visão curta das empresas em relação ao cliente. As empresas estavam mais preocupadas com o produto do que com o cliente.

O autor quis passar a idéia de que a eficiência da produção não é garantia para a empresa no longo prazo, pois as necessidades dos consumidores também mudam e a empresa precisa estar atenta para se antecipar a essas mudanças e sair na frente dos concorrentes. Para isso o contato com o cliente é imprescindível para coletar informações importantes para atender as necessidades dele.

A estagnação das ferrovias é um exemplo muito importante citado pelo autor, pois mostra como a visão somente no produto e não no cliente, afeta diretamente a continuidade próspera de uma organização. Neste caso era um mercado consolidado, mas que não prosperou e não acompanhou as novas necessidades dos clientes, perdendo espaço para novos meios de transporte como as auto-estradas, caminhões e aviões por exemplos.

Trata de marketing sendo a relação entre clientes e suas necessidades.

A autor insere uma idéia bem perturbara que pode ser definida como a destruição criativa, onde empresas buscam um novo negócio que possa substituir o negócio atual e que crie ou satisfaça a necessidade dos seus clientes. Com isso a empresa pode ter mais segurança em relação a seu trabalho e sair na frente da concorrência neste novo negócio.


3. Qual a relação entre o artigo e disciplina de gestão avançada de marketing?

Todas as idéias passadas pelo artigo são muito importantes e devem ser consideradas na análise do posicionamento organizacional. Por isso, a empresa precisa definir criteriosamente qual é o seu negócio.

A empresa deve ter atenção voltada para o cliente e para as necessidades dos clientes. Deve estar sempre próximo ao cliente, buscando e gerando informações úteis para atender as necessidades desses clientes. A empresa precisa adaptar-se as exigências do mercado.

A empresa deve estar atenta também aos não clientes, pois isso pode demonstrar alguma limitação desta empresa e definir o sucesso na conquista desses clientes.

É necessário ter muita imaginação para inovar em marketing. A inovação é muito importante em marketing.

As decisões deve ser baseadas em fatos, não apenas em opiniões. Os fatos a maioria das vezes estão relacionados diretamente com o cliente e suas necessidades.

As empresas devem prestar atenção ao que seus concorrentes estão fazendo e quais os rumos que o mercado está tomando. A empresa deve enxergar e definir melhor quem são seus concorrentes. Do mesmo modo, a empresa deve revisar sempre seu próprio posicionamento, para que não siga na contra-mão dos clientes e do mercado.

Por fim, todo este trabalho deve ser constante e fazer parte da cultura da organização. Não basta fazer algumas ações específicas num período específico, esta luta deve fazer parte da história da empresa.

Texto escrito em outubro de 2007 como atividade na pós graduação no ICPG.

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sábado, 2 de julho de 2011

Usabilidade de software

Usabilidade é um dos muitos atributos que podem ser percebidos e avaliados pelos usuários de um sistema computacional. É um indicador que mostra se o sistema é intuitivo, fácil de utilizar e fácil de aprender a utilizar o software.  Essa característica influencia diretamente no interesse e aceitação do usuário que, pode simplesmente não gostar de software e, muitas vezes não sabe nem explicar o porquê.
O desenvolvimento de software deve colocar a usabilidade como um dos atributos chaves, durante a concepção e criação dos sistemas. A usabilidade deve ser pensada durante todo o processo de desenvolvimento, visando atender todas as características de qualidade.

Conforme o modelo de qualidade da Norma ISO 9126 (http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_9126), a característica da usabilidade é a capacidade do produto de software ser compreendido, seu funcionamento aprendido, ser operado e ser atraente ao usuário e pode ser avaliada e subdivida nas seguintes sub-características:
Inteligibilidade que representa a facilidade com que o usuário pode compreender as suas funcionalidades e avaliar se o mesmo pode ser usado para satisfazer as suas necessidades específicas;
Apreensibilidade identifica a facilidade de aprendizado do sistema para os seus potenciais usuários;
Operacionalidade é como o produto facilita a sua operação por parte do usuário, incluindo a maneira como ele tolera erros de operação;
Atratividade envolve características que possam atrair um potencial usuário para o sistema, o que pode incluir desde a adequação das informações prestadas para o usuário até os requintes visuais utilizados na sua interface gráfica.

A utilização de sistemas de software pode feita por qualquer pessoa, independente do nível de instrução. Os usuários preferem um sistema de seja fácil de utilizar, onde ele não perca tempo, por exemplo, procurando opções ou menus, que na visão do usuário deveriam estar ali, ao alcance do mouse ou tecla de atalho. O usuário não pode perder tempo durante a execução de suas atividades no software.
A característica da usabilidade deve fazer cada vez mais parte do vocabulário e do ambiente de desenvolvimento, principalmente agora com a explosão da utilização de dispositivos móveis, que, com sua limitação de tamanho, requisitam ainda mais usabilidade nos sistemas utilizados pelos usuários.
Durante a implantação de um sistema com alto grau de usabilidade, podemos notar boa avaliação dos usuários que realizam suas tarefas com mais eficiência, diminuição da necessidade de apoio aos usuários e facilidade na utilização e aprendizados dos recursos do novo sistema.

Avaliar a usabilidade de um sistema pode não ser tão simples quanto parece. Devemos avaliar todas as características e utilizar métricas e critérios de avaliação. Exemplos de informações que podemos coletar para ajudar na avaliação:
. Número de vezes que o usuário expressa satisfação ou frustação.
. Tempo que o usuário demora a realizar uma tarefa.
. Percentual de tarefas concluídas.
. Percentual de sucessos ou falhas na execução.
. Tempo perdido com erros ou tentativa de execução com erros.
. Percentual de erros encontrados.
. Número de opções utilizadas para executar uma tarefa.
. Número de opções disponíveis e não utilizadas.

Podemos notar que todos os critérios de avaliação da usabilidade da interface de um software compreendem vários fatores, principalmente facilidade de uso e satisfação do usuário na utilização do sistema para realizar suas tarefas.
Para os desenvolvedores de sistemas fica o desafio de perceber essas necessidades dos usuários, aplicarem os conceitos de usabilidade e qualidade de software e disponibilizar software cada vez melhores e mais usuais.

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Multifuncionalidade de gestão

Participei da palestra com Alexandre Gaier Barboza no SENAC com o tema “Multifuncionalidade de gestão – o profissional da nova era”. A apresentação foi bem descontraída e o palestrante pode deixar claro o assunto para todos os participantes.

Um destaque apresentado foi a importância dos profissionais serem verdadeiros líderes, inclusive líderes de si mesmo. Na verdade sempre que se fala em liderança podemos notar que o mercado procura profissionais capazes de “fazer mais com menos”, que sejam multifuncionais e não apenas técnicos de uma especialidade. Atributos voltados para a valorização das pessoas são imprescindíveis como por exemplos saber ouvir, dar atenção ao seu interlocutor, visão holística, inteligência emocional, habilidade de se auto-motivar e motivar e influenciar sua equipe, saber delegar e desenvolver talentos e, acima de tudo, ética.

Ele frisou a importância das redes e mídias sociais, bem com os contatos que você possui. O profissional precisa estar atualizado e sempre em contato e alimentando sua “network”, precisa ser acessível e deve ser visto pela sua rede. Você não deve se lembrar dos amigos apenas em momento difíceis, você deve manter contato constante e sempre buscar mais conhecimentos principalmente em sua área de atuação.

O profissional precisa estar sempre atualizado e buscando as oportunidades, pois elas podem estar em qualquer lugar. Durante a apresentação, num exemplo prático, foi jogada uma bola de papel amassado. Várias pessoas jogaram esta bolinha para qualquer lado, outras queriam jogar no lixo. No entanto uma pessoa viu uma oportunidade escondida e, ao abrir a tal bolinha tinha um vale-presente e ganhou dois livros.

Algumas questões que sempre nos fazem pensar:
- Quem é você?
- Com está a sua imagem (marca pessoal) no mercado?
- Você está atualizado neste mundo?
- Você está sabendo aproveitar as oportunidades que o mercado oferece?

As lições são conhecidas, mas precisamos sempre nos lembrar:
- Ética acima de tudo;
- Seja um exemplo para sua equipe;
- Faça o que gosta e seja apaixonado pelo que você faz;
- Reserve um tempo só para você;

“Eu sou o que sou, por tudo o que aprendi e vivenciei até hoje” #Frases

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domingo, 31 de outubro de 2010

Worldwide Online TechDay 2010

Nos dias 30 e 31 de outubro de 2010 participei do grande evento Worldwide Online TechDay 2010 organizado pela comunidade técnica Microsoft. O evento foi acompanhado por muitas pessoas inclusive pelo twitter com a “hashtag” #WOTD2010.


Foram diversas palestras apresentadas online por especialistas em várias áreas desde desenvolvimento de sistemas até banco de dados. Algumas palestras voltadas para especialistas e outras com conteúdo para iniciantes.
Destaco as seguintes palestras:

Silverlight
Nesta palestra foi apresentado que pode ser simples o desenvolvimento de aplicações utilizando o pattern MVVM com Silverlight.

Lipoaspiração no seu Banco de Dados
O título da palestra chamou a atenção e procurou apresentar como “cortar a gordura” que pode impedir que seu banco de dados tenha uma vida saudável. A palestra foi voltada diretamente ao banco de dados Microsoft SQL Server, mas a ideia deve ser aplicada para todos os bancos de dados.

Iniciando com ASP.NET MVC
Mesmo sendo uma apresentação voltada para quem está iniciando no desenvolvimento com ASP.NET MVC, o conteúdo foi muito valioso.

SQL 2008 Data Mining, how to
Foi mostrado aspectos básicos e algumas técnicas utilizadas para desenvolver uma solução de mineração de dados.

Green IT na Prática: O que o gerente de TI, o Administrador de Rede e o Desenvolvedor podem fazer a respeito?
Muito se fala em TI verde, porém muitas pessoas ainda não sabem o que é, como implantar e mensurar os benefícios. Atitudes simples que vão desde economizar energia e utilizar equipamentos com selo “verde” podem facilmente fazer parte do dia a dia das organizações.

Outras apresentações com conteúdo muito bom
Benefícios da utilização de dashboards de BI no SharePoint 2010
Descubra o Self-Service BI com o PowerPivot
Reporting Services integrados com Mapas
Como funciona um banco de dados
Entre outras.

As apresentações estarão disponíveis no site de eventos da Microsoft Brasil.

Parabéns a todos os participantes.

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Curso: Liderança

Participei do curso sobre liderança na Estácio.br. O curso aborda as teorias e definições de liderança e poder, que são muito comuns no ambiente organizacional. O tema é contextualizado com conhecimentos que podem ser aplicados no dia a dia, destacando as tarefas e responsabilidades de gestores e líderes nas organizações.


Destaques

Características do líder efetivo
Ter impulso
Motivação para a liderança
Honestidade e integridade
Autoconfiança
Ressonância
Capacidade cognitiva e conhecimento do negócio
Visionário
Energizador
Capacitador

Relação entre o gestor e o líder
O gestor e o líder nem sempre são a mesma pessoa.
O gestor, legitimado pela posição, funciona como planejador, organizador e diretor; é quem controla e coordena as atividades.
A eficácia dessas atividades depende da influência sobre os envolvidos, exatamente a característica que define os líderes.

Estilos de liderança conforme a essência do comportamento
Autocrático
Liberal
Democrático

O conteúdo do curso não é novo, mas tem grande importância para melhorar nosso relacionamento e o modo como influenciamos no trabalho, na esfera pessoal e nos diversos grupos em que participamos.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

João Doria Jr. em Criciúma

Participei da palestra de João Doria Jr. É uma pessoa sensacional, muito inteligente, fala muito bem e com uma experiência de vida, que motiva a todos para seguir no trabalho e busca do sucesso. 

Vou reproduzir os 10 tópicos principais destacados por ele, que os profissionais empreendedores deveriam seguir para alcançar o sucesso. Por que não dizer, os 10 mandamentos do sucesso!

1. Manter o equilíbrio

2. Acreditar no seu projeto

3. Disciplina

4. Ter Foco

5. Trabalhar em equipe

6. Ensinar pelo exemplo

7. Negociar soluções

8. Ser perseverante

9. Estar sintonizado

10. Amar o que faz e ser humildade

Esses itens realmente devem ser considerados, lembrados e praticados, no ambiente profissional e na convivência pessoal e familiar.

Vale a pena!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Gerenciamento de equipes

Agora certificado em Gerenciamento de Equipes.

Participei de mais um curso on-line na Estácio. Muito interessante para a atualização de conhecimentos sobre gerenciamento de equipes. Dentre os assuntos mais interessantes posso destacar:
  • A compreensão do funcionamento de equipes de trabalho;
  • Importância de adaptar seu estilo de liderança (dirigir, treinar, apoiar, delegar);
  • Eficácia na comunicação;
  • Dar e receber feedback;
  • Administrar conflitos;
  • Valorizar a equipe;
  • Entre outros.
É um curso rápido mas com conteúdo muito valioso para qualquer pessoa que gosta de trabalhar em equipe.

domingo, 2 de maio de 2010

O Sabor da Qualidade

Estava relendo o livro “O sabor da qualidade”, lançado em 2006 e, resolvi transcrever algumas “lições” que podemos aprender. Este livro é muito bom de ler, o entendimento de seu conteúdo é fácil, e o tema muito atual considerando a importância da qualidade em tudo que fazemos, tanto na vida pessoal e familiar, como nas empresas.

Destaquei alguns tópicos e frases que devemos sempre lembrar no nosso dia a dia, na busca pela qualidade em excelência nas empresas.


  • A qualidade deve ser a mola mestra da marca, para isso você precisa ter a sua marca;
  • Você deve descobrir o que o cliente quer e, ele não vai lhe ajudar muito a descobrir;
  • Preste atenção nos clientes externos, mas principalmente nos clientes internos;
  • A qualidade deve estar no nosso dia a dia, sempre;
  • Excelência começa em ajudar os outros todo dia;
  • Excelência é paixão por ajudar os outros;
  • Converse com as pessoas mais próximas, zele pelas pessoas, conheça e chame-as pelo nome;
  • Como podemos ajudar as pessoas que fazem tanto por nós?
  • Transforme o que você faz por obrigação em algo que ame fazer; Exemplo do carteiro, lixeiro, faxineiro;
  • Trate bem seus funcionários. Dê oportunidade para eles entrevistarem e selecionarem novos colaboradores;
  • Receba informações e sugestões e dê feedback;
  • Para obter grandes ideias, basta consultar seu pessoal;
  • Pratique o “poder do saber ouvir”;
  • Recompense a criatividade;
  • Concentre-se naquilo que você faz, aplique o segredo do CEO:
            C – Considerar (o que os clientes dizem)
            E – Enriquecer (seus produtos e serviços)
            O – Otimizar (a experiência do cliente)
  • Escute o que os clientes estão dizendo;
  • A qualidade é definida pelo cliente; Encante seu cliente; Destaque-se entre os concorrentes;
  • Aprimoramento constante;
  • Aplique um pouco de poder de persuasão para unir a equipe;
  • Não basta dar o melhor de si, você precisa se esforçar para alcançar a perfeição;
  • Faça certo na primeira vez;
  • O verdadeiro indicador de qualidade não é como você se sai quando está no seu melhor dia, mas sim no pior;
  • Todos são responsáveis pela qualidade;
  • Qualidade é constância.

Dados do livro:
Título: O sabor da qualidade
Autor: Subir Chowdhury
Editora: Sextante
Assunto: Administração e Negócios
ISBN: 8575422456

Se você é um profissional, empresário ou colaborador, sugiro investir algumas horas nesta leitura, pois ela poderá auxiliar em diversos pontos de nossas vidas.

sábado, 24 de abril de 2010

IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS - BUSINESS INTELLIGENCE (BI)

Este artigo foi apresentado para o ICPG - Instituto Catarinense de Pós-graduação para encerramento do curso de Gestão Estratégica Empresarial. Escolhi colocar o texto na íntegra. As referências constam no final do texto

Resumo


Este artigo descreve algumas etapas a serem seguidas na implementação de um sistema de inteligência de negócios. Com base em pesquisa bibliográfica, o artigo apresenta os conceitos de dados, informações e conhecimento e enfatiza as contribuições dos sistemas de informação e ferramentas de BI para auxiliar na tomada de decisões baseadas em informações. Os conceitos e características dos sistemas de BI são detalhados, bem como as ferramentas de análise de informações, destacando a importância das pessoas no processo de implementação, alinhado a estratégia organizacional, gerando conhecimento e inteligência ao negócio empresarial. O projeto de implementação de um sistema de Business Intelligence é complexo, em contrapartida, o resultado para a empresa é muito compensatório. As dificuldades no processo estão ligadas principalmente a tecnologias, ferramentas e pessoas. Este estudo apresenta os ciclos do projeto de BI, desde a sua concepção, passando pelos desafios de cada fase, até a obtenção dos resultados.


Palavras-chave: Informações. Conhecimento. Inteligência de negócios. Tomada de decisão.


1 INTRODUÇÃO


            No contexto empresarial, podemos considerar que os sistemas de informação estão sendo utilizados em larga escala desde as grandes corporações até pequenos estabelecimentos comerciais. Esses sistemas auxiliam a operacionalizar essas empresas, emitindo notas e controlando estoques por exemplos.
           
            Mas os gestores estratégicos e tomadores de decisões carecem de informações mais avançadas, de forma mais rápida e analítica para facilitar o entendimento das situações atuais do seu negócio, inclusive com acompanhamento em tempo real e simulação de cenários futuros. Para atender esta necessidade, surgiram os sistemas de inteligência de negócios – business intelligence.

            Este artigo apresenta, a partir de pesquisa bibliográfica, o detalhamento das principais etapas para a implementação de um sistema de inteligência de negócios, tomando como ponto de partida, os dados contidos nos sistemas de informações utilizados pelas empresas, bem como outros documentos como planilhas eletrônicas que são importantes para os usuários.

2 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES E CONHECIMENTO EMPRESARIAL


            As empresas com sistemas informatizados normalmente possuem muitos dados armazenados em seus bancos de dados referentes a cada função ou setor dentro da empresa. Os sistemas informatizados servem para auxiliar os funcionários na realização das tarefas do dia a dia como por exemplos emitir uma nota fiscal ou consultar os registros de contas a pagar. Para Davenport (2001) os dados podem ser definidos genericamente como “conjunto de fatos distintos e objetivos, relativos a eventos”.

            Os dados podem ficar por muito tempo armazenados, mas eles realmente possuem valor quando são analisados de forma a gerarem informação relevante para quem os está utilizando. De nada adianta possuir um amontoado de dados sem saber como fazer o bom uso dos mesmos.

            Segundo Cassaro (2001, p. 35):

“As informações podem ser operacionais ou gerenciais. Operacionais, é a necessária à realização de uma função, de uma operação. São os dados que alimentam o sistema. Informação gerencial é todo o resumo de informações operativas que chega até um gerente, pondo-o a par de algo de sua competência, permitindo-lhe tomar uma decisão.”

            Quando os dados possuem uma mensagem que pode fazer a diferença, uma mensagem com emitente e receptor, pode-se dizer que esses dados são informações (BEVILACQUA;BITU, 2003). A utilização das informações poderá, de certa forma, auxiliar as empresas em suas operações rotineiras. Porém, ao aprofundar-se um pouco mais na informação, entendendo o contexto, e interpretando corretamente o significado, tem-se então algo mais valioso, que pode ser considerado um conhecimento. Segundo os autores, “Conhecimento é o estágio mais avançado da informação, mais valioso, mais difícil de gerenciar”.

            O conhecimento pode ser gerado, transformado e distribuído para toda a empresa. Assim como os dados e informações, o conhecimento pode ser transferido de pessoa para pessoa que, ao interagirem entre si geram outros conhecimentos.

             “O conhecimento pode ser comparado a um sistema vivo, que cresce e se modifica à medida que interage com o meio ambiente”. (DAVENPORT, 2001).


2.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

            Os sistemas informatizados devem ser a base para o gerenciamento dos dados e informações empresariais. Nos dias de hoje é muito importante que os sistemas utilizados numa empresa sejam integrados entre si, para facilitar o controle e também a qualidade dos dados. Esses dados e informações são as fontes para a geração de conhecimento empresarial.

            Conforme Primak (2008, p. 25),

“Este é o requisito básico para a decisão automatizada, pois o processo decisório apóia-se na malha de sistemas de informação da empresa. Esta malha deve estar, de preferência, totalmente integrada, [...]. A integração se faz necessária para que o executivo possa consultar os dados mais recentes da empresa, no exato momento em que precisar, sem intermediários.”
           
Para Gomes (2007, p.11) os sistemas de informações gerenciais devem fornecer as informações necessárias para auxiliar os gestores em suas tomadas de decisões. As informações devem ser concebidas e processadas com base nos princípios e procedimentos de gestão da empresa.

            “É indiscutível a importância das informações em cada uma das fases do processo de tomada de decisões” (CASSARO, 2001, p. 41). Para isso existem várias ferramentas e/ou técnicas disponíveis que auxiliam as empresas a obter vantagem competitiva tomando decisões baseadas em informações.

            Para Serra (2002, p. 18), o armazenamento de uma grande quantidade de dados, compõe o negócio da organização, e isso possibilita uma exploração e análise de informações úteis e necessárias para as decisões as serem tomadas.

3 INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS


            “De início a informática fez os dados. Depois transformou-os em informação. Agora o objetivo é usinar conhecimentos, a partir daquelas matérias-primas” (BARBIERI, 2001, p. 5).

A tomada de decisões no ambiente empresarial, independente do tipo ou tamanho do negócio que se gerencia, precisa ser feita de forma inteligente e baseada em informações consistentes, analisadas de forma estratégica e coerente seguindo os princípios definidos no planejamento estratégico dessas organizações.

            Os sistemas de informação empresarial podem auxiliar os gestores na tomada de decisões, disponibilizando essas informações. Entretanto, nem sempre essas informações estão preparadas de forma a esclarecer as situações atuais de negócio ou do mercado em que as empresas estão inseridas.

            Neste contexto, surgiram os sistemas intitulados de inteligência de negócios. O propósito desses sistemas é disponibilizar ferramentas para que a informação esteja em qualquer lugar, mas que seja o lugar certo, no momento certo, para a pessoa certa. Para Primak (2008, p. 97) ter a informação correta no menor tempo possível é hoje o grande diferencial para as empresas que querem se manter na dianteira no mundo dos negócios. Esta informação precisa ser analisada de forma correta para que realmente possa auxiliar uma decisão eficaz gerando uma vantagem competitiva para a empresa ou gestor que a detêm.

“O termo Business Intelligence (BI) surgiu na década de 80 no Gartner Group e faz referência ao processo inteligente de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoração de dados contidos em Data Warehouse / Data Mart, gerando informações para o suporte à tomada de decisões no ambiente de negócios.” (PRIMAK, 2008).

            Porém, mesmo antes da definição do termo específico, já se trabalhava o conceito de Business Intelligence, que conforme Serra (2002, p. 22), “esse conceito surgir na década de 70, ainda que, na época, não se utilizasse o termo Business Intelligence, alguns produtos foram fornecidos para os analistas de negócios”.

            Os conceitos de BI são muito amplos e, vários autores complementam este conhecimento. Para Barbieri (2001, p. 34) o conceito de BI pode ser definido como “a utilização de variadas fontes de informação para se definir estratégias de competitividade nos negócios da empresa”.

            Segundo Serra (2002), um sistema de Business Intelligence apresenta as seguintes características:
-          Extrair e integrar dados de múltiplas fontes;
-          Fazer uso da experiência;
-          Analisar dados contextualizados;
-          Trabalhar com hipóteses;
-          Procurar relações de causa e efeito;
-          Transformar os registros obtidos em informação útil para o conhecimento empresarial.

Complementando essas características podem-se destacar diversos benefícios que podem ser atingidos com a implantação correta e utilização plena dos sistemas de BI:
-          Informação disponível de forma clara e objetiva para as pessoas certas;
-          Rapidez na informação para tomada de decisões estratégicas;
-          Maior segurança da informação;
-          Alinhamento de informações estratégicas e operacionais;
-          Entendimento dos acontecimentos passados;
-          Análise dos fatos atuais e comparativos com antigos;
-          Aprendizado com os sucessos ou falhas passadas;
-          Previsão ou simulação de cenários futuros.

Com isso, as empresas e seus gestores podem tomar atitudes pró-ativas nas decisões atuais como exemplos:
-          Analisar a entrada em novos negócios;
-          Revisão das práticas de negócio;
-          Implementação de novos procedimentos gerenciais;
-          Análise de novas tecnologias ou processos que tenham impacto no seu negócio;
-          Antecipar mudanças de mercado;
-          Antecipar ações de concorrentes, dentre outras.


3.1 FERRAMENTAS DE ANÁLISE

            As ferramentas de BI permitem analisar as informações de forma clara e inteligente, cruzando os dados em vários cenários, períodos, métricas e dimensões. Mas é preciso que a empresa saiba ao certo como interpretar essas informações em todos os seus prismas. A correta interpretação não depende apenas do sistema de BI, mas também das pessoas que terão em mãos essas ferramentas e informações.

            Existem no mercado diversas ferramentas e tecnologias para análise das informações e para uso em projetos de BI, dentre elas Primak (2008, p. 35) destaca, dentre outras, as seguintes:

-          Pesquisa e relatórios
-          OLAP (on-line Analytical Processing)
-          EIS (Executive Information Systems)
-          Data Mining
-          BAM (Monitoramento da atividade de negócio)

A decisão sobre qual dessas ferramentas utilizar irá depender das necessidades específicas de cada empresa. A tabela abaixo apresenta algumas dessas características, segundo Primak (2008, p. 35):

Tabela 1 - Características de algumas ferramentas de BI

Tipo de ferramenta

Questão básica

Exemplo de resposta
Usuário Típico e suas necessidades
Pesquisa e relatórios
“O que aconteceu?”
Relatórios mensais de vendas, histórico do inventário.
Dados históricos, habilidade técnica limitada.
OLAP
“O que aconteceu e por quê?”
Vendas mensais versus mudança de preço dos competidores.
Visões estatísticas da informação para uma visão multidimensional; tecnicamente astuto.
EIS
“O que eu preciso saber agora?”
Memorandos, centros de comando.
Informações de alto nível ou resumidas; pode não ser tecnicamente astuto.
Data Mining
“O que é interessante?”

“O que pode acontecer?”
Modelos de previsão.
Tendências e relações entre os dados; tecnicamente astuto.
Fonte: Primak (2008, p. 35).

            Uma das ferramentas muito utilizada é OLAP, que são aplicações disponibilizadas para os usuários finais para extraírem os dados de suas bases, gerando relatórios com as informações necessárias para responder as suas questões gerenciais. Algumas características desta ferramenta são:
-          Consultas ad-hoc, são feitas de forma dinâmica e casual;
-          Drill Down e Drill Up, que consiste em fazer a análise das informações em diferentes níveis de detalhe;
-          Slice-and-Dice, permite analisar as informações de diversos prismas ou dimensões, dentre outras.

A implementação de um projeto de BI não precisa ser feita de forma completa já no seu primeiro momento. É importante que as pessoas envolvidas se acostumem com as novas formas de visualizar as informações e também serão muito importantes a percepção e análise analítica do negócio.

Um dos recursos que podem ser utilizados pelos gestores são os dashboards ou painéis de controle, para acompanhamento dos indicadores de desempenho chaves da empresa. Os indicadores chaves devem ser escolhidos conforme o tipo de negócio da empresa, bem como para cada área ou setor dentro da empresa. A implementação dos painéis de controle é muito importante para o nível estratégico da organização, porém também é possível disponibilizar bons indicadores para os níveis de gerência e operacionais para fazer o monitoramento dos processos diariamente.

3.2 DATA WAREHOUSE (DW) E DATA MART

            Serra (2002, p. 140) define que Data Warehouse “é um conjunto de banco de dados voltado para suporte à decisão de usuários finais derivado de diversos outros bancos de dados operacionais”. A integridade dos dados é uma das características mais importantes e relevantes na criação e manutenção do DW. Serra (2002, p. 141) cita que “a definição bem desenhada do Data Warehouse objetiva satisfazer as necessidades de análise de informações dos usuários, como monitorar e comparar as operações atuais com as passadas, podendo assim prever as situações futuras”.

“Ao transformar, consolidar e racionalizar as informações dispersas por diversos bancos de dados e plataformas, permite que sejam feitas análises estratégicas bastante eficazes, em informações antes inacessíveis ou subaproveitadas.” (SERRA, 2002, p. 141).

            Complementando as definições de DW, ainda de acordo com Serra (2002, p. 141) Data Warehouse “é considerado um conjunto de diversas tecnologias, como ferramentas de extração e conversão, banco de dados com o intuito de possibilitar consultas complexas, ferramentas inteligentes de prospecção e análise de dados e ferramentas de administração e gerenciamento”. Toda esta estrutura permite disponibilizar as informações de forma diferenciada, rápida, fácil e intuitiva para os usuários, possibilitando analisar as informações passadas, comparando com as atuais, podendo prever ou simular eventos futuros. Para Primak (2008, p. 38) “um DW armazena dados analíticos, destinados às necessidades da gerência no processo de tomada de decisões”.

            A estrutura de um Data Warehouse pode utilizar um modelo dimensional que, segundo Bardieri (2001, p. 35) “O modelo dimensional oferece clara e diretamente os elementos que se precisa para buscar as informações sobre fatos via dimensões de referências, diferindo da malha relacional, ou de rede, próprias dos modelos anteriores, onde não existem estruturas específicas de entrada”. Neste modelo os dados são organizados de forma mais sintética, clara e objetiva proporcionando análises mais completas atendendo objetivos específicos da organização, diferentemente dos dados de um sistema de gestão empresarial, onde os dados estão organizados e estruturados de forma transacional dificultando a análise informacional.

“A implantação de um projeto de BI torna-se um diferencial competitivo quando sua empresa consegue criar modelos através das ferramentas de BI [...] para facilitar a busca de informações relevantes para a tomada de decisões que não seriam descobertas antes sem a utilização desses modelos.” (PRIMAK, 2008, p. 85).

Neste contexto, pode-se qualificar o Data Warehouse como fundamentais em qualquer projeto de Business Intelligence, pois a partir destas informações extraídas, organizadas e armazenadas em formato simples, podem ser realizadas todas as análises para a tomada de decisões estratégicas relacionadas a empresa.

3.3 CICLOS EM UM PROJETO DE BI

A empresa CORE SYNESIS (2008) destaca quatro níveis de maturidade de um processo de adoção de BI, fazendo uma metáfora com a escala de crescimento do corpo humano. As fases da infância, criança, adolescência e adulta, que possuem diversos desafios a serem superados para passar de uma fase para outra. De forma resumida pode-se destacar as seguintes características das fases de adoção do BI.

Na primeira fase, a empresa precisa saber o que aconteceu. Deve-se organizar os sistemas de informação de forma a consolidarem as informações e gerarem estatísticas históricas dos dados da empresa. Nesta fase pode-se utilizar muitos relatórios dos sistemas já existentes bem como a integração e utilização muito comum de planilhas eletrônicas.

Na segunda fase descrita como “criança”, a empresa já precisa descobrir o que fez acontecer, ou seja, o usuário precisa ter a capacidade de produzir informações que demonstrem os motivos dos acontecimentos referentes aos dados analisados. Nesta etapa deve ser possível emitir relatórios dinâmicos com uso de ferramentas mais avançadas como OLAP.

A próxima etapa é criar uma base para monitoramento de informações que possam demonstrar o que está acontecendo agora. As informações disponibilizadas devem ser analisadas conforme o contexto atual, fazendo o cruzamento de informações e processos.

Passando para o nível mais avançado em que todas as informações importantes já estão disponíveis, ainda é necessário aprimorar os processos, para que as tomadas de decisões sejam alinhadas com as estratégias da empresa. Para isso o sistema de BI deve auxiliar na resposta do que deve ser feito daqui para frente.

Outro ponto de destaque dentro do projeto de BI é a implementação do Data Warehouse. Para detalhar as fases de um projeto de DW, Barbieri (2001, p.26) destaca pelo menos 9 fases, com tarefas específicas em cada uma das etapas como descreve-se nos itens a seguir.

3.3.1 Planejamento

a)      Nesta fase deve-se manter o foco no negócio;
b)      Definir a abordagem, processo de integração e arquitetura do DW;
c)      Todas as áreas envolvidas devem participar ativamente das definições.

3.3.2 Levantamento das necessidades

a)      Foco no negócio;
b)      Fazer reuniões com usuários;
c)      Aplicar técnicas de levantamento de informações e necessidades dos usuários;
d)     Definir a origem dos dados.

3.3.3 Modelagem dimensional

a)      Este é um dos processos considerados mais críticos;
b)      Definição dos metadados;
c)      Definição das dimensões específicas, ou seja, como os dados serão consolidados;
d)     Preparação das tabelas de “fatos”, que são os dados detalhados coletados.

3.3.4 Projeto físico do banco de dados

a)      Modelar a estrutura lógica dos dados com base no modelo dimensional.

3.3.5 Projeto de extração e transformação

a)      Definição do processo de integração dos dados;
b)      Utilização de técnicas de condensação, filtros, conversão e derivação de dados;
c)      Aplicação de técnicas de produção de dados virtuais a partir de dados existentes;
d)     Simulação do processo de atualização.

3.3.6 Desenvolvimento de aplicações ou projetos de BI

a)      As aplicações de BI precisam ter uma interface amistosa;
b)      Os dados devem estar disponíveis de forma clara para os usuários;
c)      Priorizar a interface web.

3.3.7 Validação e teste

a)      Conferência das informações;
b)      Simulação de volume e processamento de dados;
c)      Validação dos dados históricos.

3.3.8 Treinamento

a)      O treinamento deve ter ênfase nos usuários gestores do negócio;
b)      Treinamento baseado na ferramenta utilizada;
c)      Treinamento específico para análise das informações de forma analítica.

3.3.9 Implantação

a)      Instalação e disponibilização do sistema;
b)      Acompanhamento dos usuários.

3.4 DIFICULDADES NA IMPLANTAÇÃO DO BI

            Existem diversas dificuldades na implantação de um projeto de BI, que vão desde as questões de tecnologias e ferramentas até a mudança da cultura interna da organização. Segundo Primak (2008, p. 97) estudos revelam que mais da metade dos projetos de BI não são concluídos, e não trazem os resultados esperados. Grande parte desses projetos fracassam em consequência de erros, a começar pelo desconhecimento do que de fato é Business Intelligence.

O conceito de BI deveria estar associado a estratégia corporativa, porém muitas empresas e profissionais consideram o BI como apenas mais um projeto de tecnologia da informação. Muitas vezes essa visão é distorcida pelos próprios fornecedores de soluções, que querem vender BI como uma onda tecnológica, associada aos sistemas de gestão empresarial e de relacionamento com os clientes.

A adoção de um sistema de gestão empresarial requer uma mudança de cultura da organização. Porém, o BI deve se adequar a forma de trabalhar da empresa, implementando suas funções alinhadas à estratégia de negócios.

“O problema é que as empresas já estavam acostumadas a tomar decisões e a lidar com grande quantidade de dados muito antes das ferramentas de BI serem desenvolvidas. Por isso, o esforço de se implementar um projeto é justamente o de inserir ferramentas e soluções sobre o que já existe”. (PRIMAK, 2008, p. 98).

A dificuldade no treinamento e capacitação dos profissionais está mais ligada à mudança de cultura no trabalho. Os gestores devem passar a ser analistas das informações disponibilizadas pelas ferramentas de BI. Primak (2008, p. 103) diz que “quanto mais analíticos forem seus colaboradores, mais competitiva se tornará a companhia”.

A seleção de hardware e software também é uma dificuldade no processo de implantação do BI. Devem ser analisadas todas as características funcionais das ferramentas, bem como a experiência do fornecedor da solução e a qualidade dos serviços de implementação.

As fases de preparação, extração e tratamento dos dados são fundamentais para que o projeto de Business Intelligence possa ter sucesso. Se os dados não forem consistentes e corretos, todo o projeto ficará comprometido. Este trabalho de construção do Data Warehouse requer muito estudo e compreensão do negócio da empresa e deve ser feito por profissionais qualificados.

Outro ponto fundamental e alinhar o projeto de BI ao conhecimento organizacional. O BI não poderá dizer para onde a empresa deve ir, mas através de um processo contínuo de geração de informação e conhecimento, poderá contribuir e alimentar o conhecimento organizacional.

Por fim, todos esses esforços devem seguir as melhores práticas definidas no planejamento estratégico empresarial. Muitas pequenas e médias empresas podem não possuir um planejamento estratégico bem definido, mas isso é muito importante  para poder relacionar o sistema de BI com a estratégia da empresa para fazer o melhor uso das informações que esse sistema proporcional tornando a empresa mais inteligente e competitiva.

3.5 OBTENÇÃO DE RESULTADOS

            A implantação de um sistema de BI pode ser feita em empresas dos mais diversos ramos de atuação. Para exemplificar alguns resultados práticos obtidos, serão descritos alguns indicadores de desempenho aplicados em uma empresa distribuidora de energia elétrica.

O sistema de BI foi implantado em diversos setores da empresa, utilizando informações integradas disponibilizadas principalmente pelo sistema de gestão empresarial da empresa. Para gerenciar as informações foi disponibilizado um servidor específico para o Data Warehouse, e foi instalado um sistema para controlar o processo de extração e preparação dos dados operacionais, disponibilizando-os para as análises gerenciais. Todos os indicadores de desempenho definidos pela empresa são processados automaticamente e disponibilizados para a gerência. Um sistema de alertas avisa a gerência (por e-mail) quando algum indicador fica fora dos padrões que foram previamente definidos pela empresa. Esses padrões fazem parte do planejamento estratégico da empresa ou são definidos pela ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica.

No setor contábil foi aplicado dentre outros, o indicador de desempenho corrente, para medir o nível de otimização na aplicação dos recursos disponíveis em relação ao faturamento de energia. Antes da implantação do BI este indicador era apresentado em planilha, preparada com dados do sistema contábil e do sistema de faturamento no final de cada mês. Com a implantação do BI, este indicador é calculado diariamente pelo sistema de extração e disponibilizado graficamente para a gerência, que pode avaliar e comparar com outros períodos, bem como fazer simulações para períodos futuros. Para nível de gerenciamento este indicador ainda pode ser subdividido para as atividades de distribuição, comercialização e administração.

Para a gestão da distribuição, foi aplicado o indicador de qualidade de energia, calculado pela duração equivalente de interrupção no fornecimento de energia pelo tempo de atendimento. Anteriormente as interrupções no fornecimento de energia eram calculadas somente no final do mês, agora o indicador de qualidade de energia é calculado diariamente com os dados do sistema de gestão da distribuição e sistema de atendimento aos consumidores. Com isso os responsáveis podem acompanhar as metas e valores realizados. Para auxiliar na decisão de melhorias na rede elétrica, o sistema apresenta os equipamentos que tiveram mais problemas, bem como as causas das interrupções.

Para acompanhamento financeiro, o indicador de adimplência foi aplicado de forma geral e fracionado por classe de consumidores: residencial, industrial, comercial, rural e poder público. Após a implantação do BI estes valores são avaliados diariamente e não apenas no final do mês, sempre acompanhando a evolução do indicador e verificando a possibilidade de otimização na arrecadação.

No setor técnico, o indicador de perdas mostra o quanto a empresa deixa de faturar em razão das perdas. As perdas podem ser classificadas como perdas técnicas e perdas comerciais. As perdas técnicas são calculadas pelo sistema de georeferenciamento e são decorrentes dos meios físicos e equipamentos de distribuição de energia. As perdas comerciais podem ser por problemas em leituras e faturamento até furtos de energia. O sistema de extração coleta dados dos sistemas de compra, faturamento e georeferenciamento, faz o processamento diário e disponibiliza a informação pronta para a gerência. A melhoria deste indicador pode representar aumento de receita para a empresa.

Outros projetos e indicadores foram implantados nos setores de atendimento, recursos humanos, contabilidade, faturamento e cobrança. Isso demonstra o valor que um sistema de Business Intelligence pode agregar as informações empresariais, auxiliando na tomada de decisões gerenciais.
           

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS


            A implementação de um sistema de inteligência de negócios pode ser considerada complexa e deve passar por diversas etapas. Os sistemas de informação, bem como as ferramentas de BI são imprescindíveis para um bom desenvolvimento dos projetos de BI.

            Entretanto existe uma peça fundamental neste quebra-cabeça que são as pessoas. As pessoas são o capital intelectual da empresa. São elas que tomarão todas as decisões dentro deste processo, desde a definição das estatísticas a serem colhidas, a preparação dos dados e a montagem do Data Warehouse passando pela definição e acompanhamento dos indicadores de desempenho da empresa. Esses profissionais devem desenvolver capacidades analíticas para aproveitar ao máximo as informações disponibilizadas.

            O conhecimento não será gerado automaticamente por um sistema computacional. O conhecimento será o resultado de todo este trabalho desenvolvido pelas pessoas dentro da organização.

5 REFERÊNCIAS


BARBIERI, Carlos. BI – Business Intelligence – Modelagem & Tecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001.
BEVILACQUA, José Francisco; BITU, Yuri Aguiar. Business Intelligence (BI) e a abordagem de Gestão Balanced Scorecard (BSC) na Organização. 2003. Dissertação (MBA em Gestão de sistemas de informação) – Coordenação de Pós-Graduação em Lato Sensu em informática, Brasília-DF, Julho de 2003.
CASSARO, Antonio Carlos. Sistemas de Informações para Tomada de Decisões. 3. Ed. São Paulo: Pioneira, 2001.
CORE SYNESIS. Níveis de Maturidade. Core Synesis. Disponível em < http://www.coresynesis.com.br/>. Acesso em: 13 julho de 2008.
DAVENPORT, THOMAS. Ecologia da Informação. 4. Ed. São Paulo: Cultura, 2001.
GOMES, Débora Eulália Tanguella. Avaliação de um Sistema de BI para Suporte a Decisão. 2007. Dissertação (MBA em gestão empresarial) – UNESC – Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma-SC, Novembro de 2007.
PRIMAK, Fábio Vinícius. Decisões com B.I (Business Intelligence). Rio de Janeiro: Ciência Moderna. 2008.
SERRA, Laércio. A Essência do BI. 1. Ed. São Paulo: Berkeley, 2002.